segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Eu fiz diferença

Esta é a história de um escritor que morava numa praia tranquila, junto a uma colônia de pecadores.

Todas as manhãs, ele passeava a beira-mar para buscar inspiração, e a tarde ficava em casa escrevendo.

Um dia, caminhando pela praia, viu um vulto que parecia dançar.

Ele foi ao encontro desse vulto e ao aproximar-se, encontrou um menino pegando as estrelas-do-mar da areia e jogando-as, uma por uma, de volta ao oceano.

Porque está fazendo isso? - perguntou o escritor.

Você não vê? - disse o garoto. - A maré está baixa e o sol muito quente.
Elas secarão com o calor, vão morrer se ficarem aqui.

Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas por elas.
Você joga umas poucas de volta ao oceano... Que diferença isso faz?
Indagou o escritor.

O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou-a no mar, olhou dentro dos olhos do escritor e disse:

_ Para essa... eu fiz diferença.
Naquela tarde o escritor não conseguiu trabalhar...
De noite ele não conseguiu dormir...
No outro dia pela manhã, ele decidiu se juntar ao jovem.
Assim naquela praia, dois vultos pareciam dançar.

Não importa se o que estamos fazendo vai resolver todos os problemas do mundo. O que interessa é que estejamos fazendo o nosso melhor. Isso é fazer a diferença.


Extraído do livro: Como Atirar Vacas no Precipício - Alzira Castilho

Crenças

"Creio na verdade fundamental de todas as grandes religiões do mundo.
Creio que são todas concedidas por Deus e creio que eram necessárias para os povos a quem essas religiões foram reveladas.
E creio que se pudéssemos todos ler as escrituras das diferentes fés, sob o ponto de vista de seus respectivos seguidores, haveríamos de descobrir que, no fundo, foram todas a mesma coisa e sempre úteis umas as outras"

Autor: Mahatma Gandhi

domingo, 1 de novembro de 2009

O Abacaxi

João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.
Um belo dia, ele procura o dono da
empresa para fazer uma reclamação:
- Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.

O patrão escutou atentamente e disse:
- João, foi muito bom você vir aqui.
- Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.
Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi .
João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.
Em cinco minutos estava de volta.
- E aí, João?

Verifiquei como o senhor mandou.
O moço tem abacaxi.
- E quanto custa?
- Isso eu não perguntei, não.
Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?
- Também não perguntei isso, não.
Há alguma outra fruta que
possa substituir o abacaxi?
- Não sei, não...

O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma
orientação que dera a João:
- Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.

Em oito minutos o Juca voltou.
- Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão.
- Abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado.
- Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado.
- Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou Juca.

Agradecendo as informações, o patrão dispensou-o para retornar ao trabalho.
Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:
- João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?

Faça a diferença! Só depende de você! Acredite em VOCÊ, confie no seu EU interior. Acredite e confie no seu ...

D iferncial de
E xtrema
U tilidade para o
S ucesso!

Felicidade realista

A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos ainda são mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco-estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar viceramente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter parceiro constante pode ou não ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenuhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem precisa aproveita-lo, gastá-lo, usufruí-lo.
Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que a vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercício sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos imobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é o que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingenuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente o seu próprio jogo.

Autor: Martha Medeiros

sábado, 31 de outubro de 2009

Michael Jackson


Se você é realmente fã ou tem curiosidade para ver os bastidores do que seria uma mega produção de um show, não deixe de conferir THIS IS IT. Mostra como foi escolhido os dançarinos, o depoimento emocionante de cada um deles e como ele participava com afinco de cada detalhe dos ensaios dos shows que ele iria fazer pelo mundo. Vale muito a pena.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Quase

Ainda pior que aconvicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase. É o quase que incomoda , que intristece, que mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, das chances que se perdem por medo, das idéias que nunca sairam do papel por essa mania de viver no outono.

Pergunto-me as vezes, o que nos leva a viver uma vida morna; ou melhor, não me pergunto , contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase sussurrados. Sobra covardia e falta de coragem até para ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para se decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude tivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-iris em tons de cinza.

O quase não ilumina, não inspira, não aflinge, nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente a paciência, porém, preferir a derrota prévia a dúvida da vitória, é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo o fim é instantâneo ou indolor, não é romance. Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Autor desconhecido

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Muito show


Esse é o por do sol da minha cidade, muito lindo, não ia deixar passar né, tive que tirar a foto. D ++++++++++